15 novembro 2007
03 setembro 2007
TV de Plasma
Por favor, quem ganhar na mega, me dá uma dessas de presente?
Só uma já me basta!
Desde já agradeço.
05 agosto 2007
Almoço em Família
Então...
Depois da tempestade, sempre vem a calmaria, e nada melhor do que em família.
No Domingo, resolvemos fazer um almoço em família, mamãe estava com vontade de comer "escondidinho de carne seca"; este prato foi muito bem aceito por todos.
Deixo aqui, a foto e como fazer a melhor receita; feita por nós, as mulheres da família: as 3 gerações, vó, mãe e filha.
- 1 colher (sopa) de manteiga ou margarina
- 50 g de bacon picado em cubos bem pequenos
- 1 cebola pequena picada
- 3 dentes de alho bem picados
- 170 g de carne seca (dessalgada, cozida por 1 hora mais ou menos e desfiada)
- 2 tomates sem pele e picados (com as sementes)
- ½ xícara (chá) de água
Ingredientes para o purê de mandioca:
- 400 g de mandioca cozida
- 300 ml de leite
- 1 colher (sopa) de manteiga (ou margarina)
- sal, se necessário
Modo de preparo da carne seca:
Numa panela aqueça 1 colher (sopa) de manteiga (ou margarina), junte 50 g de bacon picado, deixe dourar. Acrescente 1 cebola pequena picada, os 3 dentes de alho picados, doure. junte a carne seca (dessalgada, cozida e desfiada), os 2 tomates pelados (c/sementes) e picados, a ½ xícara (chá) de água e deixe apurar.
Reserve.
Reserve.
Modo de preparo do purê de mandioca:
No liquidificador, bata os 400 g de mandioca cozida, os 300 ml de leite.
Numa panela derreta 1 colher (sopa) de manteiga, despeje a mandioca batida com o leite, acerte o sal se necessário.
Montagem:
Metade do purê de mandioca
Carne seca refogada
Queijo mussarela
Purê de mandioca (restante)
Leve ao forno para gratinar (dourar).
Dica: Para dar mais sabor, pode misturar catupiry ou requeijão ao puré ou pode colocar queijo coalho em pedaços por cima.
04 agosto 2007
Quase...
Fiquei dengosa, e quase fui...
Foi uma dengue hemorrágica.
Por isso, resolvi parar com os meus vícios ruins:
Parei de fumar!!!
Peço aos amigos que me ajudem.
Foi uma dengue hemorrágica.
Por isso, resolvi parar com os meus vícios ruins:
Parei de fumar!!!
Peço aos amigos que me ajudem.
12 julho 2007
Café da Manhã
Café da manhã...é quase uma festa, ou melhor dizendo, uma feira. O pessoal das oito horas está esperando o pão chegar, e propositalmente espera também o pessoal das nove chegar. Ou seja, o expediente começa depois do café, bendito café!
Quando o Josias vai ao mercado, as horas passam, como é bastante conhecido no bairro, pára para conversar com todo mundo, parece até político em época de eleição. Mas, quando é Maisé quem vai, em um breve instante está de volta, como se diz “vai num pé e volto no outro”.
Chegou, o tão esperado alimento dos deuses. Apareceu também o restante do povo: Janaína, mulher simpática, faladeira, não fofoqueira, mas quando conta uma estória, explica todos os detalhes, e acaba se perdendo do contexto, Renata, parece uma menina, tem um jeitinho meigo, mas se “pisar no calo” vira uma fera, tem vários dons, um deles é saber cantar, outro é imitar o pato Donald, muito engraçado; Michele, uma morena da cor do pecado, como diz a repartição masculina, é muito interessada nas coisas impossíveis de se resolver, quer fazer tudo que não faça parte de sua função, mas é competente, Sales, único homem da empresa, coitado, este sofre, sofre mais porque, ainda por cima, é tímido, principalmente, quando a mulherada se concentra para reclamar dos homens, ou para falar de interesses pessoais. Ahhh... Nessas horas, o coitado sai de fininho...
Que delícia, todos na cantina, procurando faca, colher, copo e utensílios escassos que somem toda noite, já foi dito que tem um grande rato que pega todas essas coisas assim que as portas se fecham e a escuridão toma conta do lugar. Que barulho!
Débora, com a boca cheia começa a falar, ou melhor, a gritar, jogando migalhas para todo lado:
_ Caral (piiiiiii). Esse pão “tá” muito bom!
Luciana se assusta:
_ Que isso!!! Débora, falando de boca cheia e ainda por cima grita um palavrão, o pessoal da esquina ainda não escutou!
_ Ah, Luciana, não enche! Já de manhã, ninguém merece...
Entra no papo Janaína:
_ NOS- SA! Já de manhã, nesse humor! Não agüento mais isso... Vocês só sabem brigar?
Luciana começa a se irritar, que não é raro, entra na “pilha” rápido:
_ Foi ela que começou! E a gente não está brigando. Só estamos discutindo. A Débora não sabe receber uma crítica sem ficar chateada.
_ Se isso não for brigar, imagino quando vocês realmente estiverem brigando, vão sair no tapa, faca, e sei lá o que mais. Disse Michele com convicção. E só mais uma coisa:
_ A Maisé não é empregada de ninguém, a gente depois que tomar café, tem que arrumar tudo e lavar a louça.
Branca, que não gosta de ser criticada, começa a discussão:
_ Mas eu não deixo nada fora do lugar, assim que eu como eu arrumo a minha bagunça!
Rose querendo implicar com Branca, comenta:
_ Sei...o mesmo que você faz lá em casa...arruma tudinho...
Todos entram em uma gargalhada.
Branca fica irritada, faz careta e sai para o jardim “bufando”:
_ Estou “bolada” com você. Diz ela, olhando para Rose.
_ Ah, pára com isso, só estou brincando com você.
_ Assim você me deixa sem graça perto dos outros. Diz Branca chateada.
Quando o Josias vai ao mercado, as horas passam, como é bastante conhecido no bairro, pára para conversar com todo mundo, parece até político em época de eleição. Mas, quando é Maisé quem vai, em um breve instante está de volta, como se diz “vai num pé e volto no outro”.
Chegou, o tão esperado alimento dos deuses. Apareceu também o restante do povo: Janaína, mulher simpática, faladeira, não fofoqueira, mas quando conta uma estória, explica todos os detalhes, e acaba se perdendo do contexto, Renata, parece uma menina, tem um jeitinho meigo, mas se “pisar no calo” vira uma fera, tem vários dons, um deles é saber cantar, outro é imitar o pato Donald, muito engraçado; Michele, uma morena da cor do pecado, como diz a repartição masculina, é muito interessada nas coisas impossíveis de se resolver, quer fazer tudo que não faça parte de sua função, mas é competente, Sales, único homem da empresa, coitado, este sofre, sofre mais porque, ainda por cima, é tímido, principalmente, quando a mulherada se concentra para reclamar dos homens, ou para falar de interesses pessoais. Ahhh... Nessas horas, o coitado sai de fininho...
Que delícia, todos na cantina, procurando faca, colher, copo e utensílios escassos que somem toda noite, já foi dito que tem um grande rato que pega todas essas coisas assim que as portas se fecham e a escuridão toma conta do lugar. Que barulho!
Débora, com a boca cheia começa a falar, ou melhor, a gritar, jogando migalhas para todo lado:
_ Caral (piiiiiii). Esse pão “tá” muito bom!
Luciana se assusta:
_ Que isso!!! Débora, falando de boca cheia e ainda por cima grita um palavrão, o pessoal da esquina ainda não escutou!
_ Ah, Luciana, não enche! Já de manhã, ninguém merece...
Entra no papo Janaína:
_ NOS- SA! Já de manhã, nesse humor! Não agüento mais isso... Vocês só sabem brigar?
Luciana começa a se irritar, que não é raro, entra na “pilha” rápido:
_ Foi ela que começou! E a gente não está brigando. Só estamos discutindo. A Débora não sabe receber uma crítica sem ficar chateada.
_ Se isso não for brigar, imagino quando vocês realmente estiverem brigando, vão sair no tapa, faca, e sei lá o que mais. Disse Michele com convicção. E só mais uma coisa:
_ A Maisé não é empregada de ninguém, a gente depois que tomar café, tem que arrumar tudo e lavar a louça.
Branca, que não gosta de ser criticada, começa a discussão:
_ Mas eu não deixo nada fora do lugar, assim que eu como eu arrumo a minha bagunça!
Rose querendo implicar com Branca, comenta:
_ Sei...o mesmo que você faz lá em casa...arruma tudinho...
Todos entram em uma gargalhada.
Branca fica irritada, faz careta e sai para o jardim “bufando”:
_ Estou “bolada” com você. Diz ela, olhando para Rose.
_ Ah, pára com isso, só estou brincando com você.
_ Assim você me deixa sem graça perto dos outros. Diz Branca chateada.
03 julho 2007
Começando o dia
Não tem jeito: Rose acorda sempre mal-humorada, apesar do marido a despertar com carinho, pois sabe bem como é seu humor. Sai de casa se arrastando até o ponto de ônibus, acende o seu cigarro e espera o 497 ou 434 passar, sempre lotado.
Durante o caminho, pensa em sua vida, ou às vezes nem pensa, ou até pensa em coisas que vê nas ruas, como o porquê de tantos urubus voando naquele céu tão lindo, como faz tão frio e esqueceu de colocar o casaco. Pensa nas coisas que irá fazer, nos e-mails que receberá. O tempo passa: - “Quanto sinal fechado!”, supõe ela. “Desse jeito vou chegar atrasada de novo, e com certeza terei que trabalhar todos os sábados”. Foi uma regra imposta pelo chefe Júlio César: Quem chegasse atrasado por três vezes, irá trabalhar durante um mês, todos os sábados. Se bem que ele sempre muda de idéia; Júlio é um diretor muito esquecido, nunca se lembra do que diz.
Lá vem Rose, com seus passos longos e andando quase correndo para o trabalho. Parece que já está animada, diz bom dia para todas, encontra com a Débora e a Luciana que são as recepcionistas e captadoras de alunos. O colégio está em época de matrícula para o segundo semestre. A procura é constante.
_ Bom dia, tudo bem com vocês? O Júlio já ligou?
Luciana com sua voz macia e no outro lado do mundo responde lentamente:
_ Bom Dia, Rose. Tudo bem. Não, ele ainda não ligou, mas com certeza irá ligar!
Débora, bem mais rápida e rude, quase não responde, ou se responde, fala para dentro:
_ Bom Dia. Não esquece de assinar o ponto; são exatamente 8 e 04!
_ Rose, quando mesmo é o início das aulas? E qual é o valor das mensalidades? - Pergunta a mais esquecida do colégio, Luciana.
_ Luciana, não está escrito no caderno? As aulas irão começar no dia 9 de agosto, eu já falei isso para vocês, não foi? E o valor das mensalidades não mudou, continua o mesmo, R$ 248,00.
_ É Rose, só que vocês mudam os dias o tempo todo! Como vou saber qual é o certo? Eu não tenho culpa.
_ Tudo bem, o início vai ser dia 9 e ponto final. Anota aí.
"O dia não está começando bem." - Pensou Rose.
_ Alguém foi comprar pão?
_ Não, ninguém tem dinheiro para o Josias ir comprar... “Tá” todo mundo duro e eu "tô" com fome, diz Débora.
_ Poxa, gente! Tem dinheiro na caixinha, é só subir e dar o “dindin” pro Josias. Falou Rose.
_ Não sabia. Por que a Renata não deixa aqui na frente? Assim, quem chegar primeiro dá o dinheiro pro Josias ou a Maisé comprar! Disse Débora já irritada. Essa não tem papa na língua; fala mesmo.
_ Já foi cogitada essa idéia, só que ninguém a coloca em prática. Temos que conversar com a Renata, ela é do financeiro...
Lá vem Josias pendurado no celular, para variar. Entra no meio do papo:
_ Cadê o dinheiro? Cadê a Maisé? Ela é quem vai comprar! Eu não quero ir, vou arrumar as salas, tenho que varrer o tapete...
_Josias, sem essa! Diz Rose, bem calma. É você quem vai, a Maisé ainda não chegou, deixa de preguiça! Toma aqui o dinheiro e depois pego com a Renata. Compra pão e leite e não esqueça a notinha.
Ele sempre esquece ou não entrega. Cabeça de vento!
O rapaz sai resmungando o tempo todo.
_ Se deixar a caixinha aqui, vai sumir! E quem irá se responsabilizar? Ninguém! Disse Rose. Vou lá para dentro beber um café e fumar um cigarrinho.
_ Eu vou com você - falou Débora. - Assim aproveito e dou um trago.
Chegaram as duas até a cantina, Rose acende um cigarro e senta no jardim para saborear o seu "caretinha".
_ Pôxa, Rose. Você podia socializar mais o cigarro. Acende e nem oferece...
Rose olha espantada para Débora, sem acreditar no que está ouvindo:
_ É...e você devia comprar mais também, em vez de ficar reclamando... Cara de pau!!!
Nesse instante, chega Branca, toda alegre e saltitante:
_ Bom Diaaaaaa...
Débora responde com um ar de malícia:
_ Eita... A noite foi boa!!!
Gargalhadas soaram alto.
Branca conta como foi a sua noite. Fez aniversário de namoro e ganhou um cartão que a deixou emocionada:
Rose olha espantada para Débora, sem acreditar no que está ouvindo:
_ É...e você devia comprar mais também, em vez de ficar reclamando... Cara de pau!!!
Nesse instante, chega Branca, toda alegre e saltitante:
_ Bom Diaaaaaa...
Débora responde com um ar de malícia:
_ Eita... A noite foi boa!!!
Gargalhadas soaram alto.
Branca conta como foi a sua noite. Fez aniversário de namoro e ganhou um cartão que a deixou emocionada:
_ Gente, César, meu namorado, me deu um cartão lindo, nele estava escrito todos os seus sentimentos por mim, chooooooreeeeei... A noite foi linda, fomos ao restaurante, depois ao cinema e ainda bebemos antes de chegarmos em casa. Ma-ra-vi-lho-sa!!!
Rose comenta:
_ Branca, você chora por qualquer coisa...tem coração de manteiga...
_ Ah, Rose, você não é nenhum pouco romântica, né? Branca suspira...
24 junho 2007
Ahhhh...A Viagem...
Estava eu, numa praia quase deserta, uma imensidão de água, dava para ver o horizonte fazendo a curva. Era muito lindo, uma inspiração; pela primeira vez, senti a liberdade invadir o meu coração. Eu podia falar, gesticular, espreguiçar, gritar bem alto ou plantar bananeira. Tudo tão bom, eu e meu amor, juntos numa viagem que poderia não ter fim.
Ahhhhh...
Acordar tarde, ir para varanda, ver o mar, dar bom dia à natureza, coisas simples mas que não se faz no dia-a-dia: você acorda cedo, corre ao banheiro, toma banho, se arruma, sai sem tomar café e não fala bom dia para ninguém, só quando chega ao trabalho.
Trabalho este, que é uma máquina de fazer dinheiro, para os outros, e também stress, para você. Dizem que você ganha experiência naquilo que faz, bem ou mal, mas acredito que a única habilidade que se ganha é a irritação, o nervosismo. Vejo pessoas que antes de entrar, eram tranquilas, felizes, apesar de estarem desempregadas; agora, estão estressadas, irritadas, e até mesmo malucas.
Mas, voltando ao assunto, lá estava eu, numa ilha, um pedaço de terra envolto pelas águas do mar. Fiquei apenas um final de semana, mas me pareceu um mês, me fez esquecer a rotina, o trabalho, a vida...
Ahhhhh...
O que não faz uma viagem?!?!
22 junho 2007
Iniciativa
Então....
Tenho vários amigos que escrevem "causos", contos, poesias e até piadas. Pensei: Por que eu também não escrevo? Vou fazer um conto e ponto.
Quero ter iniciativa, quero tanta coisa que nem sei por onde começar; as idéias voam em minha cabeça, mas não páram para eu digitar pelo menos uma frase interessante. Ai, ai, ai...
Venham aqui minhas inspirações! Como querem que eu inicie alguma estória se vocês não ficam quietas?!
Podem deixar.
Em uma noite, com uma taça de vinho ao meu lado e um maço de cigarro, irei colocá-las em prática.
Tenho vários amigos que escrevem "causos", contos, poesias e até piadas. Pensei: Por que eu também não escrevo? Vou fazer um conto e ponto.
Quero ter iniciativa, quero tanta coisa que nem sei por onde começar; as idéias voam em minha cabeça, mas não páram para eu digitar pelo menos uma frase interessante. Ai, ai, ai...
Venham aqui minhas inspirações! Como querem que eu inicie alguma estória se vocês não ficam quietas?!
Podem deixar.
Em uma noite, com uma taça de vinho ao meu lado e um maço de cigarro, irei colocá-las em prática.
Assinar:
Comentários (Atom)
